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Este site foi desenvolvido e é hospedado voluntariamente por Jeferson Sigales (www.sigales.com).
"Admiro muito o trabalho da Escola Louis Braille e acredito que mais pessoas devem conhecer o trabalho deste pessoal incansável"
Voltada para o atendimento a deficientes visuais (Cegueira ou baixa visão), situada na cidade de Pelotas-RS, com uma estrutura que atende a toda região.
E o grupo Musico terapia, que ocorrem todas as sextas-feiras das 14h30min as 17h30min. E o professor responsável é o Marcos Fragoso.
Excluir "Análise do Aproveitamento".
Taekwondo:
Dias: terças e quintas-feiras; horários das 16h30min as 17h30min.
Instrutores: mestre Isaque da Luz eTiago Escobar; número de alunos: 8
Excluir análise do aproveitamento.
Atletismo:
O grupo, que é formado atualmente por seis atletas (Vilnei Morais, Éberson Fouchy, Carla Hermandez, Bruno Garcia, Alessandra Bento e Tainá Bandeira), existe desde 1998 e participa de competiçoes de âmbito municipal, estadual e alguns nacionais. Tem por objetivo principal, incentivar a prática de hábitos de vida saudáveis e espírito de equipe, através de treinamentos e participaçoes em corridas. Responsável: prof. Rafael Barbosa.
Dias: terças e sextas-feiras; Horário das 13h30min as 14h15min.
Projeto de Inclusao FAPEG/Embrapa/Brilhante
O Projeto Iniciaçao ao trato com Recursos Naturais e Práticas Esportivas como ferramentas para a Inclusao Social, propoe uma açao inédita na Regiao Sul do Rio Grande do Sul, com a aproximaçao de duas instituiçoes tradicionais nas suas áreas de atuaçao: a Embrapa Clima Temperado, e o Clube Brilhante com amplas instalaçoes de cunho social e esportivo - e da formaçao de desportistas.
Os beneficiários do projeto sao crianças, jovens e adultos de escolas especiais do município de Pelotas.
A maior parte das pessoas contempladas com a realizaçao deste projeto possuem alguma das seguintes deficiencias: sensorial, mental e física.
Os alunos irao interagir em dois espaços: no Clube Brilhante, como base para o encontro na cidade, e na Embrapa Clima Temperado, como base para o encontro no meio rural. Esta diversificaçao possibilitará um intercâmbio dinâmico com ambientes diferentes aqueles dos estudantes.
DOSVOX
O Dosvox é um sistema para microcomputadores da linha PC que se comunica com o usuário mediante síntese de voz, viabilizando, o uso de computadores por deficientes visuais.
O sistema foi desenvolvido no Núcleo de Computaçao Eletrônica da Universidade Federal do Rio de Janeiro, sob a supervisao do prof. Antonio Borges, da Divisao de Assistencia ao Usuário. Da equipe de desenvolvimento participam também programadores deficientes visuais, que fazem uso do sistema, sem necessitar da ajuda de pessoas que enxergam.
O sistema DOSVOX tem um grande impacto social pelo benefício que ele traz aos deficientes visuais, abrindo novas perspectivas de trabalho e de comunicaçao; ele hoje conta com mais de 10000 usuários em todo o Brasil.
O programa é composto de:
Sistema operacional que contém os elementos de interface com o usuário;
Sistema de síntese de fala para língua portuguesa;
Editor, leitor e impressor/formatador de textos;
Impressor/formatador para braille;
Programas de uso geral adaptados a cegos: caderno de telefones, agenda, calculadora, preenchedor de cheques, etc;
Jogos diversos;
Ampliador de telas para pessoas com visao reduzida;
Programas para ajuda a educaçao de crianças com deficiencia visual;
Clientes para acesso a Internet, como Correio Eletrônico, Telnet, FTP e acesso a WWW;
Aplicativos multimídia, como tocador de CDs e arquivos de som, gravador de áudio, conversores de formatos e interfaces com programas populares para Windows;
Leitor de telas para Windows.
TEATRO:
Teatro Infanto-Juvenil-é um grupo formado exclusivamente por alunos da escola Louis Braille, os quais ensaiam e apresentam peças de teatro, dentro da escola e em apresentaçoes externas. Tem por objetivos, desenvolver nos alunos habilidades como: dicçao, postura, expressao corporal, ritmo, orientaçao espaço-temporal, memória, desinibiçao, interatividade com os colegas e aumentar a auto-estima. E um meio de divulgaçao do trabalho da escola e as potencialidades artisticas dos alunos, procurando quebrar preconceitos e mudar paradigmas de diminuiçao da capacidade dos deficientes visuais. Em 2007, estamos ensaiando a peça "Cornélius, o Leao Cordeirinho", com previsao de apresentaçao ao final do ano. Responsável Prof. Rafael Barbosa.
Outras atividades
GOALBALL
O goalball ao contrário de outras modalidades paraolímpicas, foi desenvolvido exclusivamente para pessoas com deficiencia - no caso, visual e cegos, e é uma das modalidades paraolímpicas no país que mais evolui. É disputado em uma quadra com as mesmas dimensoes da quadra de vôlei (18 x 9m). Cada equipe conta com tres jogadores titulares e tres reservas e em cada extremidade da quadra há um gol com nove metros de largura. Os tres atletas sao, ao mesmo tempo, arremessadores e defensores. O arremesso tem de ser rasteiro com o objetivo de balançar a rede adversária. A bola possui um guizo em seu interior que emite sons - há furos que permitem a passagem do som - para que os jogadores possam saber a direçao dela. (é um esporte baseado nas percepçoes tátil e auditiva). Exatamente por esse motivo nao pode haver barulho no ginásio, caso contrário nao é possível ouvir o som emitido pelo guizo. Como há diferentes níveis de deficiencia visual - alguns atletas sao cegos, outros conseguem perceber mudanças de luminosidade ou vultos - é obrigatório o uso de um óculos que funciona como venda, igualando a deficiencia. Como é possível perceber, o goalball tem duas coisas que o brasileiro mais gosta: bola e gol. É trabalhado na escola Louis Braille como conteúdo das aulas de Educaçao Física
Equipe Operacional de apoio:
O1 merendeira/ 40h
01 faxineira/20h
01 coordenadora de nota solidária/20h (convenio com CIEE)
01 instrutor de informática/20h
01 serviço gerais/44h
02 secretárias/76h
Equipe técnica
01 assistente social/20h
Equipe pedagógica
01 Coordenadora Pedagógica/40h
13 professores cedidos da SME
01 professora cedida SM Cidadania?
05 professores contratados
EJA
Busca desenvolver a alfabetizaçao dos alunos a partir de práticas interdisciplinares que permeiam questoes do cotidiano. As atividades sao construídas a partir da diversidade de informaçoes e das experiencias dos alunos, respeitando as especificidades de cada um através de uma linguagem facilitadora e próxima da realidade.
Orientaçao e Mobilidade (O.M.) - é um programa que visa proporcionar capacidade de locomoçao independente a pessoa deficiente visual, com a maior segurança possível, tanto em ambientes fechados, quanto abertos. É composto por tres módulos de ensino: a) Orientaçao com guia vidente onde sao trabalhadas técnicas de cooperaçao entre uma PPDV e uma pessoa vidente; b) na auto-orientaçao o aluno aprende técnicas de utilizaçao do próprio corpo (maos e pernas), como instrumento de proteçao pessoal e; c) nas técnicas de orientaçao com bengala, o aluno desenvolve habilidades com uma bengala longa que o permitam deslocar-se por quaisquer ambientes possíveis. Por envolver diversos campos do desenvolvimento - cognitivo, psicomotor, social, emocional, é o principal programa de ensino/reabilitaçao para a PPDV. Prof. Rafael Barbosa.